Pontos Cegos Internos: O Iceberg das Emoções

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Iceberg dos Pontos Cegos Internos: Olhe para dentro de você para Crescer

Pontos Cegos Internos: O mapa do Crescimento Individual

Todos sem exceção temos Pontos Cegos Internos. A identificação consciente deles é o primeiro passo para o sucesso, afinal, como utilizar o que se tem de melhor e trabalhar com os pontos de melhoria sem o autoconhecimento?

O renomado professor de Harvard, Robert Steven Kaplan, diz que o sucesso depende de um processo corajoso de conhecimento pessoal. Em seus livros, Kaplan trata da investigação profunda que os profissionais devem fazer em suas fontes de motivação – que segundo ele, não são investigadas e por isso as pessoas não crescem. “Executivos bem-sucedidos devem ser capazes de listar seus pontos fortes e fracos”, diz em entrevista a revista VOCÊ S/A.

Ressalto aqui o verbo coragem. Porque será que mesmo tendo se tornado clichê a questão do mapeamento dos pontos fortes e fracos, muitos ainda não tem isso claro? A análise profunda de si, sem mecanismos de defesa, é difícil, visto que nossa própria educação e cultura ensinam-nos a ressaltar apenas as qualidades e omitir defeitos para que sejamos aceitos.

Qual o resultado de negligenciar os pontos cegos?

Mesmo que neguemos sua existência, eles estão presentes e mesmo que não percebamos, são evidentes aos outros; o que nos prejudica de uma forma ou de outra. A repressão dos pontos cegos é uma armadilha, por um lado passamos a esconder a sete chaves de nós mesmos, por outro, eles estarão lá interferindo nas escolhas e comportamentos diários.

Assim, pontos fracos inconscientes aprisionam e impedem o crescimento pessoal e profissional, pois o sujeito continua com suas mazelas, que são verdadeiras pedras no caminho do sucesso. Um exemplo: um executivo sócio-diretor de uma empresa de informática, dono de uma inteligência preventiva destaque no ambiente, não se dava conta de que esse mesmo traço de sua personalidade, que o tornava capaz de se antecipar aos riscos, era o que engessava a empresa, afinal, investimento é sempre um risco. Na medida em que admitiu que seu ponto cego impedia o crescimento da empresa, ou seja, que ele com sua forma de pensar e liderar eram a causa para o engessamento, aprendeu a assumir riscos calculados e liberar alguns investimentos tão necessários ao ramo.

Não deixe que a inercia da falta de autoconhecimento vire um iceberg na sua vida, pois os resultados são visíveis; mas as causas nem sempre. É preciso humildade para reconhecer as próprias mazelas e coragem para mudar. Por fim, os resultados sempre são melhores quando se olha na direção certa.

O Eneagrama nos descreve com precisão esses pontos e nos indica caminhos de integração para uma melhor qualidade de vida, lapidando a nós mesmos.

Sabemos que todos possuem pontos cegos, mas e você, reconhece os seus? Conte-nos por email como lida consigo próprio e se descobriu por auto-observação ou por meio de “uma ajudinha” bem intencionada. Sempre pode servir de exemplo a ser compartilhado aos outros. (anonimamente 🙂 )

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