Equilíbrio Emocional… O Caminho do Meio!

 

equilibrio

Equilíbrio Emocional… O Caminho do Meio!

O “caminho do meio” significa Autodomínio para o Equilíbrio Emocional

Como forma de perceber o próprio valor, geralmente dependemos de um “feedback do mundo”, seja por parte dos amigos, colegas de trabalho, companheiros ou familiares. Adotamos formas inconscientes de auto avaliação, para analisar expectativas e concluir se somos bem vindos, ou não.

Algumas pessoas diriam nesse momento: Não eu. Não perderia meu tempo com questões nada pragmáticas. Pergunto: Será mesmo que não?

Ser aceito pelo mundo ou pelo seu macro mundo, como numa célula de trabalho, por toda a empresa ou em relação a alguns familiares, faz parte dessa necessidade de aprovação. Há quem diga: meu foco é apenas o trabalho ou meu estudo, minha carreira, enfim; não gastaria energia com esse tipo de preocupação.

Posso afirmar que “meter a cara” no trabalho, para muita gente é a melhor estratégia para conseguir admiração e valia dos outros. É apenas mais uma forma de pesar a demanda em relação a aprovação de si, ou mesmo o próprio refugo. As estratégias é que são diferentes, mas o fim é o mesmo. Ser aceito e valorizado por alguém, faz parte da psicologia humana.

Entender o próprio mecanismo de funcionamento e qual a motivação que embasa nossa forma de ser, é o inicio da construção de uma vida satisfatoriamente equilibrada. Analisando as áreas da vida através da própria ferramenta “roda da vida” utilizada em coaching, observando essas doze áreas da vida ali indicadas, é curioso perceber que: no fundo, uma pessoa “workaholic” assumida, que em geral, afirma trabalhar tanto pela própria família, em contrapartida, é a primeira a sacrificá-la com a própria ausência, imaginando que o peso que se dá ao trabalho (no caso, trabalho em excesso e sem descanso), deve ser da mesma forma dimensionada pelos familiares.

A questão é: o workaholic costuma trabalhar dia e noite pela família (incluindo ele mesmo), ou por uma questão de ego? Para melhorar de fato a qualidade de vida, ou para ser admirado e visto como bem sucedido? Ou valores superiores estão no comando ou é a vaidade que que o domina?.

Importantíssimo perceber até que ponto entra um e sai outro. Dar-se conta das suas razões para compreender relacionamentos e ampliar enfim, a visão para áreas da vida normalmente negligenciadas, é o primeiro passo para escolhas que resultem em mais qualidade de vida e realização real.

É muito mais comum do que se pensa, a queda no rendimento do trabalho estar associada a problemas particulares e vice-versa. Qualquer área da vida deficitária pode afetar todas as outras, é o efeito bumerangue. O caminho do meio é sempre melhor do que os excessos e o autoconhecimento é a porta de entrada para ele!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *