3 Dicas Valiosas para sua Cura Emocional

Lidando com as Emoções em busca da Paz Emocional

Uma estratégia comum em face de uma decepção ou de outros sentimentos desconfortáveis é tentar identificar o que fizemos de errado para recriar a situação. A ideia é “se eu causei isso, eu posso corrigir“, o que promove uma sensação de poder, no lugar da impotência. Faz sentido que procuremos qualquer ponto de apoio externo, que nos permita superar as próprias dificuldades, mas o problema com essa estratégia é que ela nos leva constantemente rumo as nossas imperfeições.

Ela pode criar um sentimento de “culpa” seja qual for à dificuldade que estamos vivenciando vai nos causar uma situação dolorosa. Por outro lado, o famoso “deixe as coisas com estão para ver como ficam”, faz do “não quero me desgastar com ninguém”, uma fonte de lixos emocionais e de conflito consigo mesmo(a). O pior é que este costume vai se aperfeiçoando e vira cotidiano, vira um padrão.

Acabamos deixando para último plano, o trabalho com as próprias emoções (quando existe uma consciência de que a capacidade de lidar com as próprias emoções é algo tão importante, quanto o cérebro funcionar bem; chama-se Inteligência Emocional; o fato de lidar bem consigo mesmo(a) e com os outros).

É a aceitação de que a vida é um processo, que exige constante autogestão emocional. Se esquivar disso é correr para a sombra.

Então, como podemos aplicar essa verdade de maneira prática?

3 Dicas Valiosas para sua Cura Emocional

1. Pare de dizer que precisa administrar melhor o seu tempo. Pare um minuto para olhar aquilo que você está fazendo com sua vida, em cada pequena decisão, pensamento, sentimento ou ação… de bom e algo que pode ser melhorado. Identifique aonde e de que você pode estar se escondendo? Quem ou o que está lhe servindo de escudo, auto defesa que nos impede de Ser melhor?

2. Responda sempre a altura das oportunidades que a vida vai lhe oferecendo. Chega de sempre dizer aquele famoso “mas” no final de cada frase. Ou… crie suas próprias oportunidades e ofereça-as a sua vida.

3. Se você tende a racionalizar o que você está sentindo, sugiro fortemente que busque apenas Sentir ao invés de Raciocinar, ao menos, um pouco. Veja o que você realmente pode lhe tirar desta situação e pensamentos. O que conclui? Quais os obstáculos? Aplique melhorias em sua vida. Saia do plano mental; da eterna racionalização sobre sentimentos e Viva. Se você for um “tipo mental”, afirmo que envolver-se, experimentar sentimentos, no lugar de raciocinar sobre eles, é o que você mais precisa. Sentir os próprios sentimentos, não é apego, apego é depender deles e Agir Apenas em função deles.

Quando você vive sem medos e racionalizações excessivas no campo afetivo, você torna-se capaz de lidar com as próprias emoções, sem fugas. Jogue o que não serve no lixo, queime. Sabe por quê? As coisas que você estará jogando fora, muito provavelmente, são uma série de sentimentos que não valem a pena “brecar” você mesmo, como a mágoa, decepção, vergonha ou sentimentos de inadequação.

A maioria de nós evita sentir as próprias emoções, para não se deixar “perturbar” por elas. Como digo para minha filha: tudo na vida é treino… Então, Como Você pode Aprender a Lidar Consigo Mesmo(a), se Foge de suas Próprias EmoçõesNão podemos ficar batendo com os dedos e cantando “La La La”, até que os sentimentos vão embora. Sei que é assim, porque esse é um padrão muito comum a ser superado em processos de coaching. É preciso ir a fundo nas emoções, para aprender a lidar com elas.

Nossa melhor chance de liberdade é enfrentar o que está “por baixo do tapete” e por de trás de toda nossa postura defensiva. E cada tipo do Eneagrama é expert em no mínimo dois mecanismos de auto-defesas a partir da própria personalidade apontada pelo Eneagrama. (Exemplo: Negação, Isolamento, etc).

As situações que você está evitando são muito mais sentidas, quando não diz a si que está ocupado demais para lidar com elas. Eu acho que tem tudo a ver com uma citação que li, e que lembra muito toda esta situação:

“Talvez todos os dragões em nossas vidas sejam princesas ou príncipes, que só estão aguardando o nosso despertar. Talvez tudo o que nos assusta seja, na sua essência mais profunda, algo terno e pleno que quer muito o nosso amor.”

Espero que este artigo possa lhe dar um pouco mais de coragem para enfrentar seus próprios dragões, ou fantasmas, sombras… ou pelo menos, que o leve a pensar sobre suas lutas interiores como algo que você pode abraçar fortemente, adestrar 🙂 

Sei por experiência própria que A paz que vem da cura emocional e leva a libertação emocional; Não Tem Preço.

Claro que em termos de companhia, a raiva ou o medo, não são seu sonho de “consumo”. Mas, em comparação com os dragões cuspidores de fogo, será que não é melhor domar o bichano de frente!?!

 

Clarissa Corrêa

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